Voz do Consumidor

Conselho Nacional de Educação autoriza aulas remotas até fim de 2021. E agora, como serão as aulas nas escolas particulares?

A volta às aulas será remota?

Tentando diminuir os transtornos causados pela COVID 19 em relação ao ensino público. O MEC autorizou a realização das aulas por meio do ensino remoto em 2021.

Deste modo viabilizando completar o semestre/ano letivo até o fim de 2021. O que pode, posteriormente, ocasionar que algumas salas de aulas ainda fiquem vazias no ano que vem.

Qualidade da aula

Em primeiro lugar, a qualidade das aulas remotas deve ser a mesma das aulas presenciais.

Porém surgiram muitas reclamações por parte dos alunos de que isto não está sendo cumprido de forma rigorosa.

Surgem muitos problemas com a possibilidade de volta às aulas remota: como aulas pela metade; ou sem possibilidade de esclarecer as dúvidas.

Até mesmo a ausência de qualidade técnica dos vídeos, cancelamentos de aulas, vídeos interrompidos, enfim, vários fatores que podem desestimular o estudante.

Alteração contratual

Houve uma real e drástica alteração contratual e os consumidores devem ou não consentirem com essa mudança. Sendo assim, na eventualidade dos contratantes não se sentirem contemplados com as aulas virtuais, podem rescindir o contrato de prestação de serviço sem aplicação de multa contratual.

No caso da instituição de ensino não escolher neste momento pelas aulas remotas, elas podem, posteriormente, colocar como opção para o aluno a possibilidade de reposição das aulas.

O que a instituição não pode é ficar em silêncio agora.

Sendo assim, todas as informações devem sempre se colocar à disposição dos alunos para solucionar seus questionamentos e reclamações.

Novos contratos

Em primeiro lugar, os novos contratos de matrícula de 2021 , em suas cláusulas, devem detalhar como as aulas se realizarão. Deste modo o consumidor pode decidir o que fazer.

Em segundo lugar, os contratos podem ser renegociados em relação ao pagamentos das mensalidades, visto a nova modalidade de ensino.

Antes de mais nada, buscar o diálogo e a conciliação nesse momento de crise é, sem dúvida, o melhor caminho para que todos continuem na cadeia de consumo.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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