Voz do Consumidor

O poder de compra dos brasileiros caiu

13° salário

O poder de compra dos brasileiros caiu – Consumidor, você também tem a sensação ou melhor, a certeza de quando vai ao supermercado fazer compras básicas para o dia a dia da sua casa já não consegue comprar nem a metade do que conseguia a um ano atrás? Ou melhor, a meses atrás?

Os preços dos produtos básicos que alimentam os consumidores do nosso país não param de subir nas prateleiras e saímos cada vez com as sacolas mais vazias dos supermercados.

Tudo subiu muito!

Os valores dos combustíveis estão cada dia mais altos, quase toda semana as placas que mostram os preços da gasolina e do álcool estão diferentes, sempre com números mais altos… E, o que falar da conta de luz que agora vem com aumento de quase 7% com a nova bandeira de escassez hídrica.

A famosa “INFLAÇÃO” voltou com tudo!!!

O aumento dos preços dos produtos e serviços colocados no mercado de consumo vira uma bola de neve que ao girar, aumenta todos os outros gastos e aperta as contas das nossas famílias. Ou seja, o aumento de um produto essencial como o combustível ou a energia, reflete em aumento disseminado nos preços de vários outros produtos importantes na vida do consumidor.

O nosso dinheiro é o mesmo, mas o nosso poder de compra é muito menor. O aumento elevado dos preços dos produtos e serviços essenciais, como: água, luz, alimento, remédios e combustível, estão bem acima do reajuste dos nossos salários. Isso, quando existe um salário a ser recebido. Está claro que o reajuste do salário mínimo de 2021 não cobre, nem de longe, a alta da inflação.

Os preços sobem mais do que a nossa renda e por isso, saímos com menos sacolas dos supermercados e com os tanques cada vez mais vazios.

Precisamos nos readequar a nova realidade econômica que nosso país enfrenta e nos organizar financeiramente para passar por mais essa crise.

Devemos fazer um planejamento familiar, uma projeção de quais serão as despesas de nossas famílias com os gastos mensais básicos e fixos (água, luz, alimentos, remédios, transporte, escola, internet…).

Compre apenas o necessário, mude seus hábitos e não se endivide.

Lembre-se que atrás dos papéis que você assina nos bancos pegando empréstimos ou nos cartões de crédito de plástico que usamos, existem os juros que podem fazer as dívidas dobrarem.

Corte gastos aqui, outros ali, e estipule as suas prioridades, conheça, organize e crie um plano para diminuir os seus gastos e de sua família. Faça as contas das suas pequenas despesas, pois, ao final do mês, quando a gente soma tudo, pode se tornar um valor alto que poderia ser economizado.

Eu sei que no papel tudo parece fácil, mas que na prática é difícil sobreviver nesse momento de crise financeira e social, por isso, todo esforço para superamos sem nos endividar será recompensada no futuro.

Planejamento, organização e controle das despesas é fundamental.

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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